domingo, 29 de novembro de 2009
1- Having hallucinations.
2- Waking up in the middle of the night (to be more specific, 1:00 AM), crying like crazy because I can't sleep.
3- Last but not least, obsessed over a forbidden man. When I say forbidden, I mean it. Really.
I feel like I'm so crazy right now that I'll never find my way back to "normality".
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
"...And letting someone in means abandoning the walls you’ve spent a lifetime building."

Uma vez me disseram que eu existo atrás de muralhas. Nunca me identifiquei tanto com uma definição sobre minha existência quanto essa. Passei a vida inteira construindo muros ao meu redor. Verdadeiras muralhas. O meu "eu", minha essência, é como se estivesse escondida atrás de inúmeras paredes que ninguém nunca terá acesso. O problema de criar todas essas barreiras acontece quando as pessoas tentam ultrapassá-las e eu tenho medo de onde elas podem chegar. Tenho medo de deixar alguém entrar, bagunçar tudo e simplesmente sair deixando tudo destruído. Muitas pessoas diriam que gostam da bagunça. Eu não. Ela me assusta. Por isso que quando existe a possibilidade de alguém quebrar um dos muros eu me apavoro e coloco cadeados, cercas e alarme. Fico em alerta só com a possibilidade de algúem tocar a campanhia. A verdade é que eu não quero que ninguém destrua meus muros, eu mesma quero derrubá-los. O problema é saber como. Cada vez que eu tento derrubar um, acabo construindo mais dois. E sabe qual a ironia disso tudo? Eu sou claustrofóbica. Ainda bem que existem as janelas.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
The chances I'm taking
Sometimes might knock me down But
no, I'm not breaking
I may not know it
But these are the moments that I'm gonna remember most
Just gotta keep going
and I
I gotta be strong
Just keep pushing on
I need to break the walls I've built all these years. It's not even fun. Any suggestions?
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PS: yes, I listen to Miley's songs. LMAO
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
if you wanna make the world a better place, take a look at yourself, and then make a change.
Cresci perto da Bahia, logo sei a letra da maioria das músicas de axé quase que por instinto. Meu tio era corno e nas reuniões de família gostava de ouvir "...eu sou um morango aqui do Nordeste...".Meu pai nasceu na roça, só assiste Globo (único canal que tinha sinal). Minha mãe cresceu numa cidade com, sei lá, dois habitantes. Ouvia o que tocava na rádio na época. Aí eu cresci assistindo novela.Amava novela mexicana (Paola Bracho é diva!). Depois virei cinéfila, comecei a ter acesso a internet e descobri meu mundo. Amo cinema. Amo música. Amo seriados. Moulin Rouge. Madonna. Grey's Anatomy. Sex & the city. Friends. Cultura pop. Isso faz de mim uma ignorante? Claro que não. Gosto de ler livros da Sophie Kinsella, queria ser um personagem escrito por ela. Mas também já li livros de Machado de Assis, Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Virginia Woolf. Já assisti filme do Lars Von Trier. Aliás, tenho até o DVD. Já vi filme da Tchecolosváquia, filme falado em português arcaico, filme coreano. E posso gostar também dos blockbusters americanos, porque não?
Ontem eu fui ao cinema ver That's it. Últimos ensaios do rei do pop, Michael Jackson. Não vou ser hipócrita e dizer que eu cresci amando MJ porque é mentira. No auge da carreira dele eu ainda nem tinha nascido. Quando eu era criança ele lançou alguns Cds. Na minha adolescência foi quando os escândalos surgiram. E era basicamente isso que eu sabia sobre ele: que ele era um louco que outrora fizera um sucesso incrível. Vou confessar: foi só depois que ele morreu que eu corri atrás do trabalho dele. Claro que eu já conhecia várias músicas e clipes e coisa e tal mas foi preciso o astro morrer pra eu passar a apreciá-lo como de fato ele merecia (e ainda merece.) Como disse Madonna, "sua música possuia uma camada extra de uma magia inexplicável que não só fazia você querer dançar, mas que na realidade conseguia fazer você acreditar que era capaz de voar, de ousar sonhar, de ser tudo o que quisesse ser." E o fato da gente ter deixado um artista de 50 anos, morrer na nossa frente enquanto ficamos ocupados fazendo julgamentos mostra o quanto o mesmo mundo que lhe acolhe pode lhe virar as costas em dois segundos. Ainda nas palavras de Madonna "...nós o havíamos abandonado. Havíamos permitido que aquela criatura magnífica que um dia agitou o mundo caísse enquanto ele tentava construir uma família e reconstruir sua carreira. Estávamos ocupados demais fazendo julgamento. A maioria de nós lhe deu as costas." Claro que não acho que MJ era um anjo. Mas não sou eu quem vai julgá-lo pelas suas escolhas na vida pessoal. O que eu posso falar com certeza é que ele era um gênio. E hoje é uma lenda.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
knowing is better than wondering.
sábado, 24 de outubro de 2009
sweet is revenge--especially to women.
foi maravilhoso passar esse final de semana com você. Já estou morrendo de saudades. Cada dia que passa tenho mais certeza que você é o amor de minha vida. Quando penso no futuro penso em você.
Te Amo.
Cecília
Cecília,
desculpa mas não dá. Não sou bom o bastante pra você. Você merece coisa melhor. Estamos em momentos diferentes de nossas vidas. Tô me sentindo um canalha. Mas acredito que é melhor assim, não quero vê-la sofrer. Desculpa.
Antônio querido,

eu já sabia que você era um canalha. Você se acha esperto mas eu sou mais. Sua esposa cuja existência você ocultou, já deve ter em mãos cópias de nossos e-mails, das fotos de nossa última viagem e a nota fiscal daquela jóia que você comprou pra mim no cartão de crédito dela. Boa sorte com o advogado. Vai logo arrumando um emprego porque você está prestes a voltar pra seu habitat natural: a merda.
~~
À todos os canalhas do mundo: Crescei-vos e não multiplicai-vos.
domingo, 4 de outubro de 2009
She's waiting like an iceberg
Waiting to change
But she's cold inside
She wants to be like the water
Eu não tenho preconceito com terapia. De forma alguma. Mas eu queria poder resolver meus problemas sem ter que precisar de um profissional, sabe? Eu sempre odiei ir em médicos, só vou quando a dor está insuportável. Odeio remédios. Enfim, odeio essa sensação de inutilidade. Parece loucura?
Divã, aqui vou eu.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
cotidiano
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não necessariamente nessa ordem.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
drowning on dry land.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
"mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está..."
Tudo o que já não é
A dor que já não me dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia."
domingo, 13 de setembro de 2009
a change is gonna come.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
brilho eterno de uma mente sem nada.
cansei de epígrafes em inglês. Aliás, cansei de epígrafes. Estou aqui sentada em frente ao notebook desejando que minha cabeça funcione normalmente, que eu tenha alguma coisa pra pensar, mas minha mente está vazia. Empty. Vide. Vacío.Durante essas minhas viagens ao longo da semana (pelos meus cálculos rodei aproximadamente 1110 km ente idas e vindas e pelo menos mais 1130 km me esperam nos próximos dias) eu percebi que quanto mais você quer esquecer uma coisa, mais essa coisa te persegue. Vejamos um exemplo: Você não suporta o Matheus. Quer esquecer que o Matheus existe. De repente, pra todo canto que você olha, está escrito esse maldito nome. Todos os estabelecimentos comerciais se chamam Matheus. "Oficina Matheus", "Matheus Autopeças", "Matheus Veículos" e por aí vai. O homem que senta ao seu lado no ônibus chama-se Matheus. Desse jeito como é possível esquecer que o Matheus existe se ele passa a te perseguir? Como parar de pensar em alguma coisa quando o acaso não ajuda? Antes você nem reparava que o Matheus era onipresente. No momento que você quer esquecê-lo, ele está em todo lugar. Merda. Isso é uma merda completa. Pelo menos até hoje nunca quis esquecer que as baratas existem.
Queria ser a Clementine (foto) de "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças". Aliás, aquele tratamento experimental¹ do filme deveria ser gratuito, sabe? Ser incluído no plano de saúde ou oferecido de graça pelo governo numa campanha tipo "Fome Zero". Que tal "Memória zero"? Aposto que teria uma fila de espera mais disputada do que vaga por leito no SUS.
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Acho que eu vou pensar duas vezes da próxima vez que eu reclamar de tédio. Parece que quando as tarefas aparecem, elas vêm todas de uma vez. Ficar me desdobrando e correndo atrás de inúmeros documentos em diversos lugares diferentes e em duas cidades pequenas é cansativo. Agora experimente fazer isso numa capital. Resultado: quase morri atopelada. Eu demoro a acostumar com a agessividade das cidades grandes. E pensar que vou passar por isso de novo em breve me dá agonia.
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E hoje eu ganho o prêmio de "Texto sem coerência" do ano. Acho que nem se eu acidentalmente batesse as mãos no teclado e escrevesse aoidhaosdhaosudhs ganharia do texto acima. Porque nem eu sei porque eu escrevi isso tudo. Nem sei pra quem. Mas dizem que o barato é isso né? Escrever sem por quê nem pra quê. Só escrever.
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¹ pra quem não tem idéia do que seja o tratamento experimental do filme "Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças" eu explico: é um tratamento que a pessoa se submete em que certas memórias são apagadas pra sempre. No filme é possível apagar uma pessoa completamente, como se ela nunca tivesse existido. Ótimo filme. Recomendadíssimo.
PS: os nomes usados nesse texto são fictícios. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência (ou não?).
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
[... to be continued]
segunda-feira, 17 de agosto de 2009

" Man must be disappointed with the lesser things of life before he can comprehend the full value of the greater. "
Edward G. Bulwer-Lytton
Dizem que a decepção acontece de várias maneiras, mas eu só acredito em duas: aquela que você sente com você mesmo e aquela que você sente com os outros.
A decepção com os outros surge quando o outro não alcança suas expectativas, mesmo quando elas são pequenas, mesmo quando elas são mínimas. E isso vai se repetindo. De novo e de novo. Aí chega um ponto em que você simplesmente para de acreditar nas pessoas, para de acreditar que elas podem fazer melhor. Você apenas desiste. E desistir significa que você fez tudo que pôde, mas descobriu que não importa quantas vezes você tentou ou o esforço que você fez, alguns simplesmente não se importam.
Talvez o negócio seja não esperar nada de ninguém mesmo. "Expect nothing and accept everything and you will never be disappointed. "¹
¹ Laurence Overmire
terça-feira, 11 de agosto de 2009
20

Estou deixando a fase das descobertas no passado. Quando tudo era empolgante e cada experiência era uma emoção diferente. A alegria inocente de uma menina que vivia cheia de sonhos e esperança deixa lugar pra uma mulher que descobriu que a vida pode ser mais dura do que a gente consegue imaginar, pode ser mais dramática do que a gente consegue suportar e quando a gente menos imagina, pode se complicar ainda mais.
[..]
"We do not grow absolutely, chronologically. We grow sometimes in one dimension, and not in another; unevenly. We grow partially. We are relative. We are mature in one realm, childish in another. The past, present, and future mingle and pull us backward, forward, or fix us in the present. We are made up of layers, cells, constellations. ¹ So, no matter how much we grow taller, we grow older, we are still forever stumbling, forever wondering, and in some ways, forever young."²
Por isso, no fundo acho que serei sempre uma menina.
[..]
¹ Anais Nin
² Grey's Anatomy
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade
[...]
Daqui quinze dias eu faço 20 anos. E às vezes tenho a sensação que já vivi 40. Outras vezes sinto que ainda sou uma criança de dez. Dizem que a partir dos vinte, surgem as primeiras rugas e a partir daí não param mais. Eu quero envelhecer e olhar no espelho e ver minhas rugas e poder dizer que elas estão lá porque eu vivi. Quero poder dizer que eu passei pela vida ao invés de dizer que ela passou por mim.
domingo, 26 de julho de 2009

"A wise man once said – 'You can have anything in life if you’re willing to sacrifice everything else for it'. What he meant is nothing comes without a price. So before you go into battle, you better decide how much you’re willing to lose. Too often going after what feels good means letting go of what you know is right. And letting someone in means abandoning the walls you’ve spent a lifetime building. Of course the toughest sacrifices are the ones we don’t see coming. When we don’t have time to come up with a strategy to pick sides… or to measure the potential loss. When that happens, when the battle chooses us, and not the other way around, that’s when the sacrifice can turn out to be more than we can bear."
segunda-feira, 20 de julho de 2009
dia do amigo
terça-feira, 14 de julho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
dreams vs. nightmares

quarta-feira, 17 de junho de 2009
- será que é possível crescer?

"Ouvi falar que é possível crescer - eu só nunca conheci ninguém que realmente tenha crescido." ¹ A verdade é que os anos passam mas eu ainda sou uma criança de vestido rodado num parquinho, procurando sempre alguma coisa que as vezes nem eu sei o que é.
¹" I've heard that it's possible to grow up, I've just never met anyone who's actually done it." - MG, GA
sexta-feira, 12 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
- do you believe in love? ♥
"Na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz... na maior parte do tempo. E às vezes, apesar de todas suas melhores escolhas e intenções... o destino vence de qualquer forma." ¹
MG, GA
Escolhi esse post pra falar de amor. Sim, eu não sei definir amor, então digitei no Google. A Wikipedia em inglês define (tradução livre): "A palavra amor pode se referir a diferentes sentimentos, estados e atitudes, desde prazer comum a intensa atração. Essa diversidade de usos e significados, combinados com a complexidade de sentimentos envolvidos, faz do amor difícil de definir consistentemente, mesmo comparado a outros estados emocionais". Viu? É difícil definir. E não sou eu que vou ter a audácia de tentar fazê-lo aqui.
[...]
Eu sou uma pessoa que não acredita
[...]
Mas mesmo assim eu sou romântica no meu jeito esquisito de ser. Ainda choro com Moulin Rouge depois de ter visto mais de cem vezes e suspiro igual uma imbecil em cada declaração de amor feita
¹ "...for the most part, love is about choices. It's about putting down the poison and the dagger and making your own happy ending...most of the time. And that sometimes, despite all your best choices and all your best intentions... fate wins anyway."
sábado, 6 de junho de 2009
árvore genealógica e seres de outra espécie.
Quando eu era criança, era bem próxima da família do meu pai. Ia a todos os eventos, todos os Natais, todas as Páscoas. Tinha trezentos primos mais ou menos da mesma idade e a gente se divertia. Por um motivo, que eu não sei ao certo qual seja, na medida em que fui crescendo, fui me afastando deles. Acho que nossos objetivos de vida e nossas convicções começaram a se divergir drasticamente. Quero deixar claro que isso não muda o fato de que eu gosto deles. Pelo menos alguns. E a ligação por sangue acaba me obrigando a não gostar dos outros, mas pelo menos me importar. É família, pôxa. A gente não abandona assim sem nenhuma explicação. Além disso, pra mim o conceito de família não se resume a uma cadeia de DNA compartilhada. “Existe um provérbio antigo que diz que você não pode escolher sua família. Você aceita o que o destino lhe dá. E goste deles ou não, ame-os ou não, entenda-os ou não, você se adequa a eles. E também existe a escola de pensamento que diz que a família que você nasce é simplesmente o ponto de partida. Eles te alimentam, te vestem, cuidam de você até você estar pronto para cair no mundo e encontrar sua própria tribo.” ¹ Admito que nesse aspecto, eu sou híbrida. Acredito que família, além de ser aquela que o destino lhe dá, é aquela que você encontra depois de cair no mundo. Aceito família num conceito amplo. Por isso eu digo que eu tenho pelo menos mais três irmãs e mais um monte de primos e tias com sobrenomes diferentes do meu. O lado bom disso tudo? Você quem escolhe as pessoas que quer na sua vida, depende unicamente de você. Lado ruim? Você nunca sabe o quanto os outros te consideram. E a única saída é assumir o risco. Se um dia eles te abandonarem você vai saber que no fim das contas, aquela que era sua irmã, não passava de um parente distante. E “parente” é tudo igual mesmo. Agora, se eu vou quebrar a cara com a escolha de minha família alternativa? Só o tempo dirá. Adianto que o lado “quebrar a cara” já tem uma torcedora: minha mãe. Ela que vive me dizendo “você gosta muito mais das pessoas do que elas gostam de você”. Espero prová-la errada um dia. Espero que eu nunca tenha que dizer aquele chavão “bem que minha mãe me avisou”.
¹ “There's an old proverb that says you can't choose your family. You take what the fates hand you. And like them or not, love them or not, understand them or not, you cope. Then there's the school of thought that says the family you're born into is simply a starting point. They feed you, and clothe you, and take care of you until you're ready to go out into the world and find your tribe.” Meredith Grey - Grey’s Anatomy
quarta-feira, 3 de junho de 2009
wish me good luck.
Fora essa tentativa frustrada de me tornar uma Anne Frank do século XXI, o máximo que escrevia eram textos grandes, enormes e cheios de blablablá para treinar pra redação do vestibular. Lembro-me que não faz muito tempo, uma professora mal educada foi corrigir um texto meu e disse que eu era "porca" e não tinha "classe" com as palavras. Na hora que ouvi isso, foi pior que um tiro no peito (ok, admito que nunca levei um tiro no peito, mas posso imaginar como seja) e eu que me considerava forte e inabalável (pelo menos tentava me convencer disso), não consegui conter minhas lágrimas e chorei ali mesmo. Sentindo-me talvez o ser humano mais estúpido da face da Terra, recolhi meu texto e minha insignificância e não fiz mais nenhuma redação aquele ano, até o dia do vestibular. Depois fiquei sabendo que minhas redações nem eram tão ruins assim, porque aqueles professores eram pagos para destruir nossa autoestima e depois do resultado das provas tive certeza que definitivamente não sou burra como eles me faziam acreditar.
Agora estou aqui em mais uma tentativa de escrever. Não digo escrever coisas que não me interessam como faço nas provas da faculdade, mas sobre meus pensamentos e minha vida. Já digo logo que minha vida é um tédio, mas meus pensamentos podem até ser interessantes, dependendo do seu grau de paciência. Explico-me: na maioria das vezes, dou mil voltas e não chego a lugar nenhum. Mas talvez você seja um louco como eu, que gosta de ficar girando, girando, girando e...depois ficar tonto e cair. hehehe
Me desejem boa sorte.
*ouvindo Off I go - Greg Laswell *

